terça-feira, 20 de maio de 2008

Depois de derrotadas brasileiras tem preparação distinta

Elas não conseguiram vencer seus jogos no country-quota da etapa de Osaka (Japão) do Circuito Mundial Feminino, mas seguem confiantes para as próximas etapas do tour mundial. Porém, Maria Clara/Isabel e Leila/Sandra terão programação diferente a partir da próxima semana.

As duas duplas seguem em treinamento essa semana na cidade japonesa e ambas devem embarcar no fim-de-semana para Barcelona. A diferença é que ao contrário das irmãs cariocas, Leila e Sandra deverão ter mais uma semana inteira de folga forçada pela frente.

Se confirmadas todas as duplas inscritas na etapa espanhola do circuito as comandadas da técnica Letícia Pessoa ficarão de fora da disputa. Como apenas quatro duplas por país podendo disputar o country-quota, e com a definição por parte da CBV do ranking brasileiro como processo que define os times inscritos, a dupla não poderá nem tentar uma vaga na competição. É que no ranking nacional elas estão atrás das duas novas duplas que se juntam as que já vem disputando as etapas do mundial: Ângela/Virna e Maria Elisa/Val.

Mesmo com essa má notícia a dupla segue se preparando para o resto da competição. “Aqui no Japão não conseguimos imprimir o nosso ritmo. Agora é treinar mais e pensar nas próximas competições”, comentou Leila. E logo após a parada em Barcelona as duas poderão voltar a tentar a classificação no country-quota brasileiro. É que na etapa seguinte, disputada na Polônia, Juliana e Larissa não irão jogar, abrindo assim uma vaga no main draw, e consequentemente uma vaga na qualificação brasileira.

Outra dupla que será beneficiada com a desistência das líderes do ranking brasileiro são, as também eliminadas hoje, Maria Clara e Carol. Apesar da vaga garantida na disputa dos country-quotas do circuito mundial a dupla herdou uma posição entre as pré-classificadas a chave principal na Polônia. “Isso é ótimo porque não está nada fácil passar pelo country-quota brasileiro”, vibrou Maria Clara.

Irmãs têm segundo revés seguido

Depois da eliminação no qualifying da etapa de Seul, disputada na semana passada, quando foram derrotas pela dupla mexicana, Maria Clara e Carol voltam a ficar de fora da disputa de mais um torneio do Circuito Mundial de Vôlei de Praia.

Na disputa pela vaga brasileira na fase de qualificação elas foram derrotadas, nessa madrugada, por Ágatha/Shaylyn. A dupla vencedora, que já havia derrotado a Leila/Sandra (2x1 – 23-25/21-17/15-11) no primeiro jogo do country-quota conquistou assim a vaga no qualifying, que será disputado na madrugada de terça para quarta.

No jogo que valeu a classificação Maria Clara e Carol chegaram a resistir no primeiro set, mas a derrota por 22-20 parece ter abalado as filhas de Isabel que acabaram sendo derrotadas na seqüência por 21-17. A partida que teve quarenta e cinco minutos de duração garantiu a cearense Shaylyn a chance de continuar na disputa pela defesa do último título disputado em Osaka – em 2005 ela foi campeã ao lado de Ana Paula. Para isso ela e sua parceira precisarão vencer os dois jogos do quali. Na estréia dessa fase elas enfrentam as canadenses Moppett/Niemczewska, e caso vençam esse confronto pegam a dupla vencedora do jogo entre Mashkova/Turichsheva (Cazaquistão) e as italianas Gioria/Momoli.

- Brasil não terá county-quota no masculino

Luizão e Benjamin não precisarão entrar em quadra nessa terça-feira para garantir a vaga no qualifying da quinta etapa do circuito masculino, disputada em Zagreb (Croácia).

Com a desistência das outras três duplas brasileiras que disputariam o country-quota eles conseguiram a classificação automática a próxima fase do torneio. Mias tarde a dupla irá conhecer seus adversários na luta por uma das oito vagas no main draw. Caso atinjam esse objetivo eles se juntam a Ricardo/Emanuel, Pedro/Harley e Márcio/Fábio Luiz.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Veterano cercado de motivação para vencer em casa

Ele tem 33 anos de idade, mas garante disposição de garoto para continuar competindo mundo a fora nos principais torneios de vôlei de praia. Por isso, Martin Laciga é um dos grandes destaques da etapa suíça do Circuito Europeu, que será disputada esse semana.

“A motivação de jogar em casa é maior do que nos outros torneios”, garante o jogador que graças aos resultados obtidos no Circuito Mundial – classificatório para Pequim – agora que ter sua atenção dedicada exclusivamente ao torneio em casa. Apesar de não ter que provar mais nada a ninguém o suíço quer fazer bonito frente seus parentes, que chegam a acompanhá-lo em outras etapas do circuito também. “Me faz bem a presença deles. Agora, em Lucerna a gangue toda estará presente”.

Além do fator torcida, Laciga destaca a atmosfera da etapa como um motivador a mais. “Tem sempre uma atmosfera festiva. Eu adoro a localização da arena, ao lado do lago Lucerna, onde todas as quadras ficam bem próximas”. Mesmo quando derrotado o local traz boas lembranças. “Tudo bem que acabamos ficando com o bronze. Mas lembro da semifinal caseira do ano passado. Mesmo perdendo considero um dos meus melhores jogos”.

O jogador que já foi a duas edições de Jogos Olímpicos espera que com seu novo parceiro – ele antes jogava com seu irmão - em Pequim consiga chegar as semifinais. “A derrota para os portugueses pra mim foi a mais dolorida da minha vida. Estou indo a Pequim com um parceiro mais novo que eu, vamos ver se dessa vez consigo melhorar os dois quintos lugares conquistados”. Laciga joga a três ano e meio ao lado de Jan Schnider (25 anos) e considera que o susto dos primeiros resultados de 2008 os fizeram crescer como dupla: “Términos em vigéssimo quinto em Adelaide e fomos eliminados no qualifying na Espanha (Circuito Europeu). Começamos então a pensar se fizemos tudo correto. Mas aí nossa temporada pegou fogo: quinto lugar em Xangai e sétimo em Praga”.

Brasileiras retornam ao país que dominaram

Depois de dois anos fora do calendário do Circuito Mundial Feminino, a cidade de Osaka no Japão volta a receber mais uma etapa do mundial. E segundo o retrospecto na cidade, o Brasil tem motivos de sobra para estar confiante no retorno de uma dupla brasileira ao lugar mais alto do pódio, depois de Seul ter sido a primeira etapa não vencida por uma dupla do país esse ano.

Em doze edições do torneio na cidade japonesa o Brasil ficou com o ouro nove vezes. Para manter essa tradição o país que voltar a ter quatro duplas disputado a chave principal, já que na última etapa Maria Clara e Carol não passaram pelo qualifying. “O nível do circuito mundial está cada vez mais elevado. Até algum tempo atrás, era mais fácil passar pelo quali. Hoje, as jogadoras estão muito altas, algumas são gigantescas. E há pelo menos 15 equipes em condições de ganhar torneios”, analisou Maria Clara sobre as dificuldades de conseguir uma das oito vagas em disputa na fase de qualificação.

Mas antes de sonhar com a disputa no main draw, ela e sua irmã Carol precisam confirmar o favoritismo e vencer o jogo contra a dupla vencedora do duelo entre Ágatha/Shaylyn e Leila/Sandra, que abrem o country-quota brasileiro nessa madrugada.

Na última etapa, quando participaram pela primeira vez esse ano do mundial, Ágatha/Shaylyn foram derrotadas logo na estréia. Mas a dupla espera conseguir vencer os dois desafios brasileiros para se classificar ao qualifying. Motivação não faltará a cearense Shaylyn que subiu no degrau mais alto do pódio em Osaka na última vez que o circuito esteve na etapa (2005). Jogando então ao lado de Ana Paula elas venceram Juliana/Larissa na decisão, sendo que o terceiro lugar também foi brasileiro com Adriana Behar/Shelda.

Ana Paula aliás é a segunda brasileira em atividade esse ano no Japão com maior número de conquistas na cidade. Além da vitória em 2005, ela conquistou o título em 2003 ao lado de Sandra Pires, que jogará o country-quota com Leila. Já sua atual parceira, Shelda, é a maior vencedora de todos os tempos no Japão. Ao lado se sua antiga parceira Adriana Behar ela conquistou seis vezes a etapa, cinco delas de forma consecutiva.

Juliana/Larissa e Renata/Talita jogaram em areias japonesas apenas uma única vez. As campeãs pan-americanas ficaram com a prata no mesmo ano que suas rivais saíram da ilha com a nona colocação.

Croácia prepara “pelotão” para tentar fazer bonito em casa

Para tentar superar o décimo sétimo lugar que é a atual melhor posição de uma dupla croata em uma etapa do Circuito Mundial os anfitriões estão preparando um verdadeiro pelotão para a disputa da quinta etapa do Circuito Mundial Masculino.

Ao todo serão quatorze times da casa, três deles já garantidos no main draw, disputando a chance de se tornar a dupla da Croácia com o melhor resultado de todos os tempos. Além de Zukovskij/Kovacec, que estiveram no Brasil treinando com Renato França, outras duas duplas do país serão agraciadas com wild card. Contudo os outros dois convites da organização serão para a disputa do qualifying. As outras equipes terão que disputar o country-quota.

“Nós estamos felizes que a FIVB reconheceu o nosso esforço em organizar esse torneio e nos presenteou com esses dois wild cards extras”, comentou Damir Radekjic, presidente da federação croata de voleibol. Graças a essa iniciativa da entidade máxima do esporte os donos-da-casa podem contar com tantos times na disputa.

Federação de Santa Catarina lança Copa Estudantil

A Federação Catarinense de voleibol e a Unesporte anunciaram a criação da primeira Copa Estudantil de Vôlei de Praia a ser disputada a beira mar de São José. A competição que contará com duas categorias (sub-15 e sub-19) poderá ter uma dupla representante de cada naipe por escola.

As inscrições estão abertas até o dia 28 de maio através do site da federação (www.voleibol-sc.com.br) ou por telefone (48 3241-3511). O congresso técnico será realizado no dia 30 de maio, véspera do início do torneio que terá todos os jogos disputados em set único de 21 pontos, menos a final que será disputa em melhor de três sets com limite de 18 pontos.

Cada dupla vencedora levará, além das medalhas, bolas oficiais da modalidade. As escolas campeãs levarão troféus oferecidos pela organização.

domingo, 18 de maio de 2008

Pedro e Harley conquistam terceira etapa no ano

Depois de um decepcionante décimo terceiro lugar em Praga, após vencerem as duas primeiras etapas do ano, Pedro e Harley voltaram a conquistar o ouro agora a pouco em mais uma etapa do Circuito Mundial Masculino.

A vitória manteve a invencibilidade da dupla no confronto contra os alemães Julius Brink e Christoph Dieckmann – agora são quatro vitórias em quatro jogos – e garantiu mais cento e oitenta pontos no ranking que define as duplas que disputarão os Jogos Olímpicos de Pequim. Além disso, os brasileiros confirmaram com ela a liderança no ranking mundial em 2008.

O primeiro set do jogo mostrou como a partida seria equilibrada. Com alternâncias constantes de liderança no placar, inclusive com as duas duplas abrindo vantagem, a vitória acabou ficando do lado dos europeus após Pedro/Harley salvarem dois match points quando perdiam por 18-20. Mesmo com a recuperação os brasileiros foram derrotados na seqüência pelo placar de 22-20. Já na continuação os brasileiros abriram vantagem logo no início dos dois sets seguintes e com facilidade administraram as parciais até fecharem o jogo com 21-18 e 15-08.

- Ricardo/Emanuel perdem segunda do dia e ficam em quarto

Invictos até o último dia da competição em Roseto (Itália), Ricardo e Emanuel não conseguiram apresentar um bom desempenho nesse domingo e foram derrotados nas duas partidas que disputaram.

Depois de perderem a semifinal para os alemães Brink/Dieckmann foi a vez de acumularem sua segunda derrota no torneio – eles vinham invictos até hoje – contra os americanos Rogers e Dalhausser. Apesar do placar de dois a zero, o jogo foi bastante disputado.

No primeiro set os brasileiros chegaram a abrir 06-03, mas tomaram a virada dos americanos (11-13) e viram seus adversários manter a calma para fechar a parcial em 24-22. Mas o mais incrível foi no set seguinte: Vencendo por 20-18 os brasileiros ainda tiveram seis chances de fechar o set mas não conseguiram. No fim, vitória de virada dos adversários por 26-24.

Bruno e Zé Írio levam o título

O jogo foi equilibrado, e Bruno e Zé Írio começaram perdendo a partida. Mas a dupla manteve a calma e conseguiram a virada e o título da etapa challenger de São Luiz do Circuito Banco do Brasil Vôlei de Praia.

Depois de abrirem 10-7 no primeiro set os vencedores permitiram a virada de Mauro Nogueira e Toninho que fecharam a parcial com 18-16. Mas, no set seguinte foi a vez da vitória, com o mesmo placar do anterior, ficar do lado de Bruno/Zé Írio. Empolgados com a virada eles mantiveram o ritmo e fecharam a partida com 15-12.

“A emoção de conquistar um título é enorme. Treinei forte para isso acontecer, e agora quero ganhar uma etapa open”, afirmou Zé Írio após a conquista.

Na decisão do terceiro lugar os cabeças-de-chave número um do torneio Beto Pitta e Lipe confirmaram o favoritismo e venceram Fábio Guerra e Léo por 2x1, com parciais de 17-19/18-15 e 15-11.

- Maria Elisa e Val conquistam o feminino

Favoritas ao título da primeira etapa challenger feminina Maria Elisa e Val souberam administrar essa condição e venceram hoje cedo a etapa de São Luiz.

“Como líderes do ranking fomos o tempo todo consideradas favoritas na competição. Soubemos administrar essa condição o que prova que nosso lado emocional está controlado”, comentou Maria Elisa após a vitória. Sua parceira Val também acredita que essa calma foi fundamental para a vitória. “Tivemos uma campanha impecável. Fomos campeãs invitas e ganhamos todos os jogos de dois sets a zero”, lembrou a jogadora.

A dupla que segue agora para as etapas do Circuito Mundial garantiu o ouro com uma vitória tranqüila sobre Bárbara Seixas e Vivian. Sacando e bloqueando bem as vencedoras não tiveram dificuldades em impor o placar de 18-08 e 18-11.

Na disputa do terceiro lugar Luana/Lili venceram Izabel/Chell por 2x1 – 18-13/13-18/15-10.

Dupla da Alemanha impede final brasileira

Ainda não será dessa vez que Ricardo/Emanuel conseguirão juntos seu primeiro título na Itália. Os jogadores que já alcançaram esse feito com outros parceiros, e que juntos chegaram as duas finais desde que a etapa acontece na cidade de Roseto, dessa vez ficaram de fora da disputa pelo ouro.

A derrota foi a primeira da dupla na competição e ocorreu na segunda semifinal do dia. O dia de descanso ontem, já que os italianos colocaram as semifinais e finais para o domingo, parece ter quebrado o ritmo dos campeões olímpicos que foram facilmente dominados no primeiro set (21-14). Mas os experientes brasileiros souberam manter a calma e vencer a parcial seguinte com 21-16, forçando a realização do tie-break. Foi então que em um set desempate equilibrado a vitória acabou ficando com os europeus (15-13).

Mas o começo do dia não foi todo negativo para o Brasil. Após a derrota sofrida para Ricardo/Emanuel nas quartas-de-final da competição, Pedro Solberg e Harley reencontraram o caminho das vitórias e chegam a sua terceira final na temporada.

Após terem vencido ontem, pela repescagem, os russos Barsouk/Kolodinsky, os campeões das duas primeiras etapas do tour esse ano voltaram a vencer na semifinal. Apesar da derrota no primeiro set (21-16) para os americanos Rogers e Dalhausser, Pedro e Harley conseguiram a virada e venceram o jogo 21-17 e 15-12 nas parciais seguintes.

Agora eles enfrentam os algozes de Ricardo/Emanuel na decisão. Esse será o segundo encontro entre as duplas na etapa. Na terceira rodada da competição os brasileiros conseguiram a terceira vitória por 2x0 no histórico de três jogos contra a dupla alemã. Já os campeões pan-americanos precisam repetir o resultado da final do Aberto do Brasil no ano passado – último dos oito confrontos contra seus rivais na disputa pelo bronze – para manter a hegemonia no duelo contra os americanos Rogers/Dalhausser. Atualmente os brasileiros têm 5-3 no confronto.

Chinesas vencem chuva e brasileiras e ficam com o ouro

Foram disputadas essa madrugada, debaixo de muita chuva, no Ham River Jamsil Citizen Park as finais da terceira etapa do Circuito Mundial de Vôlei de Praia Feminino. E o mau tempo não trouxe boas novas para o Brasil, que tinha chance de alcançar pela terceira vez o lugar mais alto do pódio, além de colocar outra dupla entre as três melhores do torneio, e acabou vendo suas duas duplas nas finais sendo derrotadas.

Na preliminar, pela disputa do bronze, Juliana e Larissa conheceram sua terceira derrota na competição. Após terem perdido para as campeãs e vice-campeãs da etapa respectivamente nas quartas e semifinal, as campeãs pan-americanas voltaram a ser derrotadas, dessa vez pelas norte-americanas Nicole Branagh e Elaine Youngs.

Após terem sido derrotadas no primeiro set pela contagem mínima (21-19), Juliana/Larissa pareciam ter reencontrado o ritmo do jogo quando impuseram um 21-13 na parcial seguinte. Mas foi então que no set desempate as brasileiras voltaram a perder muitos ataques e acabaram derrotadas por 15-07. O resultado, porém, não tirou as brasileiras da liderança do ranking mundial em 2008.

Logo após a derrota de Juliana/Larissa foi a vez de Ana Paula e Shelda acabarem também derrotadas por suas adversárias. Na disputa pelo primeiro lugar da etapa as chinesas Xue, de 19 anos, e Zhang Xi, 23 anos, não deram chance para as brasileiras e as derrotaram com fáceis 21-15 e 21-12 em apenas quarenta e um minutos.

“Foi muito bom pra gente ganhar com essas condições. Nesse esporte você tem que estar pronta para jogar em todos os tipos de condições do tempo”, comentou Xue após a vitória. Apesar da pouca idade as orientais provaram com uma etapa impecável – ganharam todos os seus jogos e tiveram doze sets vencidos e apenas um perdido – que podem rivalizar com Tian Jia e Wang pelo título de dupla número um do país anfitrião da Olimpíada.

Com o resultado as chinesas voltaram a ultrapassar Renata/Talita no ranking olímpico mundial, recuperando a quarta colocação, e empataram com as brasileiras no ranking anual do mundial (1.380 pontos). Já Ana Paula e Shelda, mesmo derrotadas somaram importantes 540 pontos e agora ocupam a segunda colocação do ranking mundial em 2008, além de somar 1.680 pontos no ranking que define as duplas que irão aos Jogos Olímpicos de Pequim.

- Ana Paula quer revanche contra as chinesas

Essa foi a terceira vez que Ana Paula e Shelda enfrentaram as chinesas Xue/Zhang Xi pelo circuito mundial. E pela segunda vez consecutiva a vitória ficou com as asiáticas, que haviam vencido as brasileiras também há duas semanas atrás na disputa pelo bronze em Xangai.

“Esperamos ter uma nova chance de jogar com elas quando o tempo tiver condições melhores do que hoje”, desafiou Ana Paula que acredita que a condição climática foi decisiva para a derrota. “No Brasil não estamos acostumados com esse tempo. O clima estava horrível e as chinesas lideram melhor com isso do que nós”, completou a jogadora. Mesmo assim Ana fez questão de destacar a vitória das adversárias: “Dêem a elas muitos créditos hoje”.